quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO E DOS MATERIAIS CONCRETOS NA
APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA
Márcia Aparecida de Souza Comelli¹; Darlan Jessé Burnier²
Professores Orientadores: ³Cristiane Stamberg e Flaviane Titon
RESUMO
Os jogos são ferramentas que auxiliam o professor no processo de ensino e contribuem com o aluno na
construção de novos saberes. São importantes auxiliares na interação do grupo, além de que podem ser
considerados referenciais da infância, o que o torna atrativo, alegre e faz com que a criança aprenda
com mais desenvoltura e prazer. Sabemos que, no decorrer da educação formal, os jogos são deixados
de lado por grande parte dos professores que acreditam ser este um desperdício de tempo. Porém,
acreditamos na importância do lúdico na aprendizagem e, por isso, buscamos respostas em nossa
prática de ensino para algumas questões referentes à aprendizagem e optamos por trabalhar com
material lúdico e concreto, que nos propiciasse analisar os diferentes aspectos evidenciados no
decorrer da atividade. O curso de Licenciatura em Matemática do IFC – Campus Concórdia possui em
sua grade a exigência de horas de PCC (Prática como Componente Curricular). Para cumprir esta,
durante o terceiro semestre, foi elaborado e desenvolvido um projeto baseado nas seguintes
indagações: Quais estratégias são utilizadas pelas crianças para resolução de problemas de
Matemática? Qual a importância do material concreto na construção destes saberes? A interação com
o grupo auxilia na aquisição de conhecimentos matemáticos? Para tanto, optamos em basear nossa
prática na teoria piagetiana, a qual defende o uso de materiais concretos que venham de encontro aos
interesses da criança, o que facilita em muito o processo de aprendizagem. Também buscamos
referencial teórico em Murcia, que apresenta os jogos como complementares do desenvolvimento
cognitivo, afetivo e social. Os jogos propiciam momentos de interação entre seus participantes que
partem da imitação para internalizar novos conceitos, junto a estruturas mentais pré-existentes. Sendo
assim, nossa prática foi realizada em espaço não formal, o que propiciou as crianças uma visão
diferenciada sobre o jogo lógico-matemático a eles apresentado.

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